Saiba o que considerar ao escolher sua universidade no exterior Skip to main content
Submitted by marjoryariadne on
Cumberland

Quando chega o momento de escolher uma universidade no exterior, muitos estudantes concentram a atenção em dois fatores: o curso oferecido e o valor da mensalidade. Embora importantes, esses critérios não são suficientes para sustentar uma decisão que pode impactar anos da vida acadêmica, profissional e pessoal. 

Estudar fora envolve adaptação cultural, novas exigências acadêmicas, regras migratórias específicas e um sistema de ensino diferente. Ignorar esses elementos pode transformar uma escolha aparentemente perfeita em uma experiência frustrante.

Edson Agatti, diretor executivo da Hayek Global College, afirma que a escolha da universidade nos Estados Unidos deve considerar fatores que vão além do ranking ou da localização.

“O estudante precisa analisar quais resultados aquela universidade gera na prática: quais são as taxas de empregabilidade dos formandos, quais empresas recrutam no campus, quais oportunidades reais de estágio existem durante o curso e qual é o histórico de colocação profissional dos graduados”, explica.

Segundo ele, observar esses indicadores ajuda a entender se a instituição realmente prepara o aluno para competir no mercado internacional. “Uma boa universidade é aquela que oferece aulas de qualidade e abre portas concretas para a carreira do estudante após a graduação.”

Localização e custo de vida também contam. “Mesmo que duas universidades apresentem mensalidades semelhantes, o custo de vida pode variar significativamente de acordo com a cidade. Moradia, transporte, alimentação e seguro-saúde costumam ter valores diferentes entre cidades e estados”, explica o diretor da Hayek.

Observar ainda oportunidades de estágio, networking e qualidade de vida. “Estar próximo a centros empresariais pode facilitar a inserção profissional. Já cidades universitárias menores podem oferecer um ambiente mais tranquilo e focado nos estudos. Ignorar o contexto da cidade é um erro comum que pode comprometer o planejamento financeiro e a experiência acadêmica”. 

Outro ponto essencial é analisar o que acontece além da sala de aula. Parcerias com empresas, feiras de carreira, programas de estágio e taxas de empregabilidade dos formandos são indicadores relevantes. “Também é importante verificar se a instituição oferece suporte, renovação de documentos e adaptação cultural, aspectos que nem sempre aparecem em rankings, mas impactam diretamente o dia a dia do estudante”, completa o professor.
 

Começar no Brasil e concluir nos Estados Unidos

Para facilitar a transição do Ensino Médio para uma universidade no exterior, a Hayek Global College, em Brasília, oferece o American College, programa de graduação com duplo diploma Brasil–Estados Unidos. No modelo 2+2, o estudante cursa os dois primeiros anos no Brasil, seguindo o currículo americano e com aulas em inglês, e conclui os dois últimos anos em uma universidade parceira nos EUA, como a George Mason University, Cumberland University, Clark University, SUNY Alfred State e a Fort Hays State University, entre outras.

Ao final do percurso, o aluno obtém o título de bacharel em áreas como Ciência da Computação, Administração, Finanças, Contabilidade, Economia, Marketing, Relações Internacionais e Negócios.

“A possibilidade de iniciar a graduação no Brasil e concluí-la nos Estados Unidos facilita questões financeiras e o processo de adaptação cultural. Além disso, nossas parcerias com as universidades americanas preveem a avaliação e o possível aproveitamento dos créditos cursados no Brasil, reduzindo retrabalho acadêmico e otimizando tempo e investimento. Esse formato diferencia o programa dos modelos tradicionais de graduação, especialmente para alunos que desejam uma formação internacional planejada desde o início”, destaca o diretor executivo da Hayek.

A graduação também incorpora o modelo Collaborative Online International Learning (COIL), conectando estudantes a professores e colegas de instituições ao redor do mundo, ampliando o networking internacional e a compreensão intercultural.